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S4piens, o robo que nos ensinou a colaborar



Quando você analisa o potencial econômico do trabalho em colaboração fica fácil entender porque ele é tão importante, essencial na rotina diária de qualquer empresa. Seus vetores financeiros, técnicos e criativos que emergem da diversidade, fazem do ambiente uma fonte de experiências únicas. Não falo apenas de colaboração entre pessoas diferentes, falo principalmente de inteligências diferentes, falo do robô S4piens, com ele se tornou indispensável nesse processo de fazer juntos.

É ele que comanda o processo de fabricação e diz o que ele pode fazer de melhor e o que pode ser delegado para o humano fazer, assim faz até sentido chama-lo de supervisor, é claro que ele está no controle, ao invés de dar ordens o inverso acontece, eles nos ajuda e colabora com parte da decisão. O trabalho homem-rôbo pode economizar bilhões de dólares, atualizando ciclo de produtos que hoje duram anos para semanas. Partindo de um arquivo de design do produto em CAD (design de produto assistido por computador) os algoritmos traduzem as coordenadas em listas de instruções e fazem o produto aparecer, vide as impressoras 3D.

Criar meios de colaborar com o robô de forma segura é algo que vai virando uma realidade, fabricantes fazem isso implantando robôs a meio século, dada a força e precisão, ainda assim elas são máquinas com propósito especifico, funcionando bem com linhas de carros, mas o consumo personalizado, sob encomenda e com a alta demanda vem ajudando os rôbos a deixarem aquela sequencia clássica de configuração que criava gargalos no uso dos rôbos na produção.

Tenho exemplos claros disso, na segurança da informação os milhares de padrões de acessos são analisados por robôs que apontam para onde devemos investigar de forma mais minuciosa, dando insights para analista na busca de vulnerabilidades. Outra ação que acontece é a RosieBotics, modelo de colaboração entre robôs e humanos na busca de uma casa mais limpa e organizada.

Portanto, hoje quem ensina a gente a colaborar é o S4piens, ele está chegando para ser um novo elemento nas nossas equipes, tem várias qualidades entre elas é não entrar em estado de erro quando cruza o caminho de colega humano na produção, ele tem visão de tudo, sabe onde você está tem noção do espaço de trabalho, conseguem se comunicar com gestos, vozes sintetizadas, imagens projetadas, textos ou gráficos. Com isso temos uma lição sobre a forma avançada de colaboração entre rôbos e pessoas como partes da mesma equipe, eles vão ensinar quem trabalha sozinho pode até chegar mais rápido mas aquele que trabalha de forma colaborativa chega mais longe, mesmo recebendo algumas ordens de um robô.

Fonte: American scientific Brasil.

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