Depois de 5 anos, e com a necessidade de educar e desenvolver curiosidade sobre a leitura em duas crianças, uma de 1 ano e outra de 7 anos. Resolvi observar mais como os Gibis, HQ´s ou quadrinhos, como queiram, podem funcionar para todos os contextos.
Com a proposta do Jucylande, criamos o Stones Studio, com essa vivencia já podemos observar o contexto e o papel importantíssimo das histórias em quadrinhos para formação de novos leitores e processo mais interessante para a alfabetização.
As empresas e governo não ficam de fora e aproveitam o máximo da linguagem visual e marcação de cenários bem finalizados da histórias em quadrinhos. Como exemplo podemos citar o papel de comunicação simples e direta que as histórias em quadrinhos tem e que são usadas de forma precisa pelo governo federal como noticiado pelo portal abaixo: Blog da UFPR
No entanto a linguagem dos quadrinhos não está limitada apenas ao material impresso, ela está no roteiro para simplificar o entendimento do público em geral, mas também entra na sala da diretoria para tornar informações simples uma ponte comunicacional para tornar toda decisão mais bem entendida e fundamentada, como o uso do personagem chamado capitão tramita uma excelente abordagem do time do MGI.
Outra grande sacada, que vi no livro de story telling com dados, da Nancy Duarte (Data Storytelling Services | Duarte) é como ela prepara os executivos para se comunicar de forma efetiva e com empatia. Outra referência em comunicação corporativa é o carmine Gallo, as informações que ele coloca em seus livros são excelentes e sem dúvida tem muita influência na rotina de comunicação de grandes lideres empresarieais.
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